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Um TPA limitado pode custar clientes sem que o comerciante se aperceba. Saiba como escolher o TPA ideal, que funcionalidades não deve ignorar e descubra como modernizar os pagamentos pode impulsionar as vendas do seu negócio.
Há um tipo de perda que não consta em nenhum relatório de vendas: a venda que nunca chegou a acontecer. O cliente entra na loja, escolhe o produto e, no momento de pagar, não encontra o método de pagamento preferido e vai-se embora.
Um terminal de pagamento automático (TPA) limitado ou desatualizado é, muitas vezes, o responsável direto por este tipo de perda silenciosa e o problema está precisamente no facto de ser silenciosa.
Sem reclamações ou dados visíveis, a maioria dos comerciantes não repara e o equipamento continua a custar clientes sem que ninguém se aperceba.
De seguida, explicamos como identificar o TPA certo para o seu negócio, que funcionalidades não deve ignorar e como a modernização dos pagamentos pode fazer toda a diferença nas suas vendas.
Quando o cliente quer pagar e não consegue, o custo é real
Os meios de pagamento digitais continuam a crescer em Portugal: os cartões de débito e crédito, pagamentos contactless, MB WAY e carteiras digitais (como o Apple Pay e o Google Pay) fazem atualmente parte das expectativas do consumidor em qualquer ponto de venda.
Quando estas opções não estão disponíveis, a decisão é tomada em segundos e raramente a favor do comerciante.
O custo não é só a venda perdida naquele momento, mas também a perceção que fica. De facto, um ponto de venda que não aceita as formas de pagamento habituais transmite uma imagem de desatualização que pode condicionar a decisão de regresso.
Num mercado em que a experiência de compra é cada vez mais determinante, o momento do pagamento conta e muito. A questão, portanto, não é se vale a pena ter um bom TPA, mas sim qual é o mais adequado para o seu negócio.
Como escolher o TPA ideal
Para identificar o TPA perfeito para si, comece por responder às seguintes perguntas: precisa de mobilidade total? Tem algum software de gestão para integrar? Prefere uma mensalidade fixa ou pagar por transação?
As respostas apontam diretamente para uma das três soluções abaixo:
1. TPA Easy: mensalidade ajustada, sem surpresas no final do mês
O TPA Easy é a solução para quem procura controlo de custos.
É gratuito, sem custos de adesão e sem período de fidelização, com uma mensalidade ajustada ao volume de faturação, sempre acrescida de IVA.
A solução inclui comunicações, consumíveis, manutenção e apoio técnico 24/7.
2. TPA Smart: pagamentos, gestão e faturação num único equipamento
O TPA Smart é um terminal Android pensado para negócios que precisam de mais.
Integra aplicações de faturação e gestão (como WinRest, Moloni e ZS Rest) num único dispositivo e permite aceitar gratificações digitais, enviar talões por e-mail e processar pagamentos em moeda estrangeira.
É a solução indicada para restaurantes, hotéis, clínicas e lojas com maior complexidade operacional, com certificação PCI-DSS e apoio 24/7 incluídos.
3. Mobilidade Soft: o smartphone ou tablet como TPA de pagamento
Para os negócios em que a mobilidade é essencial, o REDUNIQ Soft transforma um smartphone ou tablet Android num TPA, sem necessidade de hardware adicional.
Aceita pagamentos por contactless e MB WAY, não tem mensalidade, pode ser instalado em múltiplos dispositivos em simultâneo e envia talões digitais por e-mail.
Os requisitos mínimos incluem a versão Android 9 ou superior, uma antena NFC e ligação à Internet.
As funcionalidades novas que poucos comerciantes conhecem
A evolução dos TPA não se limita à aceitação de mais cartões. Atualmente, há funcionalidades disponíveis que a maioria dos comerciantes ainda desconhece que podem aumentar o valor médio de cada venda.
1. DCC: o cliente paga na sua moeda e o negócio beneficia
Disponível nos TPA Easy e Smart, o serviço de DCC (Dynamic Currency Conversion) permite que clientes internacionais que utilizem cartões Visa ou Mastercard optem por pagar na sua própria moeda, com total transparência sobre a conversão aplicada.
Para os negócios que recebem turistas ou clientes estrangeiros, é uma forma concreta de melhorar a experiência de pagamento e acrescentar valor a cada transação.
2. Parcela Já com UNICRE: o cliente divide, o negócio recebe de imediato
Integrado diretamente no TPA Smart, o Parcela Já com UNICRE é uma solução de factoring que permite ao cliente pagar em 2 a 6 prestações mensais, sem juros, com cartões Visa ou Mastercard nacionais de débito ou crédito.
O comerciante recebe o valor total da venda de imediato e o risco de cobrança das prestações seguintes é assumido integralmente pela UNICRE.
Segundo dados disponíveis no site da REDUNIQ, o valor médio de compra com esta solução é 3,5 vezes superior ao habitual.
Comissões, contratos e o que saber antes de assinar
Antes de aderir a qualquer solução de pagamento, questione em concreto o seguinte:
- Existe período de fidelização? Alguns contratos vinculam o comerciante por um período mínimo, com custos associados à saída antecipada;
- Qual é a estrutura das comissões? Perceba qual é o modelo aplicável e como varia consoante o tipo e a origem do cartão;
- O que está incluído? Verifique se os consumíveis, comunicação, manutenção e apoio técnico estão incluídos no contrato ou se têm custos adicionais;
- Há serviços opcionais com custo extra? Algumas funcionalidades avançadas podem implicar subscrições adicionais;
- O preçário está acessível? Por lei, as instituições financeiras são obrigadas a disponibilizá-lo publicamente. O da REDUNIQ, elaborado em cumprimento do Aviso n.º 8/2009 do Banco de Portugal (BdP), está disponível em reduniq.pt.
Antes de assinar, utilize o comparador de soluções disponível no site da REDUNIQ para identificar qual é o modelo mais adequado ao volume e ao perfil de pagamentos do seu negócio.
Negócios que cresceram depois de modernizarem o sistema de pagamento
Os resultados de uma modernização do sistema de pagamento são transversais a vários setores. Eis três exemplos reais:
- Hotel Highgate: afirma que a integração dos pagamentos tornou as operações mais simples, seguras e eficientes, com impacto direto na experiência dos clientes e na eficiência operacional;
- Hotel Jardins D'Ajuda: descreve a UNICRE, Instituição Financeira, SA como um parceiro imprescindível para o crescimento do negócio hoteleiro, sem o qual não teria sido possível crescer ao ritmo alcançado;
- HD Clinic: aponta a solução Parcela Já com UNICRE como fator direto no crescimento do negócio, na satisfação dos clientes e na maior acessibilidade dos serviços prestados.
O TPA certo não é necessariamente o mais caro nem o mais complexo. É, sim, o que se adapta ao seu negócio, aceita os métodos que os seus clientes utilizam e oferece a previsibilidade de custos necessária para gerir com confiança.
Se ainda não sabe se o seu TPA está a trabalhar para si ou contra si, este é o momento de descobrir.
Foto: Norma Mortenson/Pexels
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O Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, presidiu hoje à sessão de abertura da “Digital Atlantic Summit”, uma iniciativa orientada para a valorização e demonstração pública dos principais projetos e investimentos em curso no domínio da transição digital nos Açores.
Para o Vice-Presidente do Governo, “a transição digital é o meio mais poderoso para mitigar a ultraperiferia, para aproximar a administração dos cidadãos, para tornar as empresas mais competitivas e para proteger a soberania e resiliência numa era globalizada”.
Para cumprir esse potencial, “não pode ser algo abstrata ou invisível. Tem de ser tangível, segura e útil para os cidadãos e para as empresas”, sublinhou.
A “Digital Atlantic Summit” visa promover o trabalho desenvolvido nas áreas das infraestruturas digitais, cibersegurança, modernização administrativa e sistemas de informação da Administração Pública Regional. Em particular, estarão em destaque a Azores Cloud, as plataformas Mobile.Gov e Azores Cyber360º, o ecossistema digital LINKA e os sistemas de incentivos à modernização SIMA e SIMA+Local.
“A Azores Could, a nossa cloud soberana, é estrategicamente suportada por dois datacenters, em ilhas distintas, garantindo redundância, resiliência e a segurança dos nossos dados”, salientou Artur Lima.
“O Azores Cyber360º é um projeto transversal de cibersegurança que nos permitiu estabelecer um Security Operations Center regional de última geração, ao passo que o SIMA e o SIMA+Local constituem os grandes motores da simplificação e modernização administrativa”, acrescentou.
O Vice-Presidente do executivo assinalou também a importância de dedicar o segundo dia do evento aos estudantes açorianos.
“Amanhã, o segundo dia será dedicado àqueles que são os verdadeiros nativos digitais e os futuros líderes da nossa economia: os estudantes das nossas escolas profissionais e da Universidade dos Açores. É para eles que estamos a construir esta infraestrutura e É neles que reside o sucesso desta transição”, afirmou.
Artur Lima saudou ainda a participação e a colaboração de empresas tecnológicas nacionais e internacionais de referência, nomeadamente a Google, a Palo Alto, a OutSystems, a NOS, a Altice, a Ask Blue e a FSAS.
“A Digital Atlantic Summit é a prova viva de que o Atlântico já não nos isola. O Atlântico, agora digital, liga-nos ao mundo”, declarou o governante.
A Digital Atlantic Summit é promovida pela Vice-Presidência do Governo Regional, através da Direção Regional das Comunicações e da Transição Digital. Esta primeira edição decorre em dois momentos distintos, designadamente nos dias 15 e 16 de junho, na ilha Terceira, e nos dias 18 e 19 de junho, em São Miguel. A programação completa está disponível em https://portal.azores.gov.pt/web/drcomunicacoes/digital-atlantic-summit. Fonte: Governo dos Açores
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A Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, através da Direção Regional da Energia, integra o consórcio de dois novos projetos cofinanciados pela União Europeia, que visam promover a transição energética, reforçando a cooperação entre regiões da Macaronésia e países da África Ocidental.
Os projetos serão desenvolvidos no âmbito do Programa de Cooperação Territorial INTERREG VI-D Madeira–Açores–Canárias (MAC) e, em conjunto, apresentam um investimento de cerca de 393 mil euros na Região Autónoma dos Açores.
O projeto DeeRaMAC – Descarbonização, Eficiência Energética e Resiliência dos Sistemas Energéticos na Macaronésia e África Ocidental conta com um orçamento superior a 197 mil euros para a Região e tem como objetivo promover a eficiência energética, a descarbonização e a resiliência dos sistemas energéticos nos territórios parceiros.
Para alcançar estes objetivos, o projeto prevê o desenvolvimento e a validação de ferramentas, tecnologias e projetos-piloto demonstrativos que apoiem a integração de fontes de energia renovável, a otimização das redes elétricas, a criação de comunidades de energia renovável e a adoção de soluções inovadoras, incluindo combustíveis alternativos, como é exemplo o biogás.
O consórcio do DeeRaMAC reúne entidades dos Açores, das Canárias, do Senegal, de Cabo Verde e do Gana.
Por sua vez, o projeto AtlanticHub0 – Pegada Zero responde ao desafio comum das regiões macaronésias e africanas no cumprimento das metas de neutralidade climática, promovendo a descarbonização das pequenas e médias empresas em territórios insulares e ultraperiféricos.
Com um orçamento superior a 195 mil euros para os Açores, o projeto pretende fomentar uma cultura partilhada de medição, redução e compensação da pegada de carbono, através da disponibilização de ferramentas acessíveis, ações de formação e apoio técnico especializado às empresas.
O consórcio do AtlanticHub0 integra entidades dos Açores, da Madeira, das Canárias, da Mauritânia, do Senegal e do Gana.
A participação da Direção Regional da Energia nestes projetos reforça o compromisso do Governo dos Açores com a transição energética, a ação climática e a cooperação internacional, contribuindo para a implementação de soluções inovadoras que promovam uma economia mais sustentável, resiliente e competitiva. Fonte: Governo dos Açores



